o conceito é usado tanto que já virou um dos vários “clichês cristãos.”
o conceito é usado com boas intenções, tenta mostrar o lado solidário do qual o cristianismo foi fabricado a ser.
você já ouviu o conceito…na igreja, no pequeno grupo, no youtube.
eu já usei o conceito.
que o conceito é usado não é o problema. o problema é o que ele desenvolve… a longo prazo, na mente da igreja.
o conceito é: “a igreja é um hospital…” lugar onde congregam não pessoas curadas e perfeitas mas pessoas buscando cura.
e o conceito faz sentido. todos somos quebrantados e carentes de cura. imperfeitos.
o ponto é que a igreja definida como hospital não possuí a liberdade para ser tudo o que ela foi chamada a ser (alguns exemplos):
uma noiva (joel 2.16; apocalipse 19.7)
uma cidade na colina/montanha (mateus 5.14)
e acima de tudo: o corpo de Cristo! (efésios 5.30; colossensses 1.24; romanos 12.4; 1 corintios 12.13)
a ilustração mais forte do que a igreja foi chamada para ser se encontra na comparação com o corpo de Cristo. Cristo anunciava a vinda do reino, pregava juízo, arrependimento, graça, curava multidões, se assentava com pecadores, e conversava com prostitutas…
a igreja não é hospital. a igreja é o corpo de Cristo!
e agora? como é que estamos representando o Cristo do qual somos corpo?
“Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.” Romanos 7:4
talvez continua…